terça-feira, 30 de julho de 2013

Ausências - quando é que uma mãe pode deixar o filho?


Ultimamente, talvez por estarmos em período de férias, tenho-me confrontado muito com a questão das ausências: quando é que é a idade certa, se é que existe alguma, para que uma mãe se possa ausentar alguns dias sem os filhos?
Na verdade, não existe uma resposta simples a esta questão. É muito importante sabermos que os primeiros três anos de vida de uma criança são fundamentais para o estabelecimento de um vínculo forte, saudável e seguro com os pais. E, o estabelecimento desse vínculo requer uma presença quase constante destes na vida da criança. Sobretudo durante os primeiros dois anos de vida, a criança está quase exclusivamente focada no seu relacionamento com os pais e, principalmente, com a mãe. Durante os primeiros dois anos a mãe é a fonte mais imediata e segura de conforto e de segurança para a criança. Se o pai estiver, desde o início muito presente na vida da criança, é provável que este passe a estabelecer com ele também uma relação forte de apego mas, para isso, é preciso que essa presença se dê de forma constante e que haja um verdadeiro envolvimento do pai na vida da criança desde o seu primeiro dia de vida.

No primeiro ano de vida a criança ainda está a tentar perceber como é que funciona o
mundo e o que pode esperar dos adultos que a rodeiam. Nesta altura a sua capacidade de estabelecer vínculos é limitada e não é possível que este se estabeleçam com muitos adultos em simultâneo. No seu primeiro ano de vida a criança começa a reconhecer as pessoas que são significativas para si mas ainda não tem capacidade para armazenar memórias relativas a um número muito grande de pessoas. Assim, as pessoas com estará mais naturalmente vocacionada para estabelecer vínculos nesta altura serão a mãe e o pai ou outras pessoas que estejam mais presentes na vida da criança. Se esta for deixada várias horas com um adulto responsável e atento às suas necessidades é muito natural que se estabeleça também um vínculo forte com essa pessoa e é desejável que os pais permitam que isso aconteça. Para que se estabeleça um vinculo seguro entre uma criança e um adulto há algo fundamental: uma presença constante e uma disponibilidade grande para a criança. No primeiro ano de vida a criança não tem ainda uma memória que lhe permita assimilar muita informação acerca dos adultos que a rodeiam e não tem capacidade de se lembrar destes na sua ausência. E, porque uma criança desta idade não tem ainda uma noção do tempo, nem da sua continuidade, todas as ausências de pessoas significativas para si são, de certo modo, sentidas como perdas permanentes. Antes dos três anos de vida a criança não tem uma memória que lhe permita internalizar a figura da mãe e saber que, quando esta não está presente, ela não desapareceu e continua a existir na sua vida.  São precisas muitas repetições em que a mãe sai e volta a aparecer para que a criança comece a perceber que mãe acaba sempre por voltar mas, para que esta associação positiva se estabeleça é necessário que estas ausências não sejam tão grandes que a criança se sinta em perigo, despoletando o seu sistema de alarme que, aí activará um modo de protecção que dificultará muito o estabelecimento de vínculos. 
Entre os 12 meses e os dois anos a criança começa já a ser capaz de armazenar na sua memória alguma informação relativa a um maior número de adultos que tenham uma presença significativa na sua vida. Durante o segundo ano de vida a criança começa a ser capaz de estabelecer relações com os avós, tios ou primos que veja com regularidade e se mostrem disponíveis para ela. No entanto, durante o seu segundo ano de vida apesar da criança começar já a dar os primeiros passos para a sua socialização a mãe ainda é uma figura fundamental para a sua segurança e conforto. Isto é visível quando, por exemplo, a criança se magoa e a única pessoa que consegue confortá-la e fazer com que pare de chorar é a mãe por muito que haja outros adultos bem intencionados à sua volta a tentar. Isto, é claro, se a criança tiver estabelecido um apego seguro com a mãe. Porque uma criança desta idade ainda não consegue internalizar a imagem das suas figuras de apego e ainda não tem uma memória temporal que lhe permita perceber o conceito de tempo e saber que a mãe voltará dentro de algumas horas ou dias, as ausências mais prolongadas (mais do que 24 horas) ainda podem ser sentidas como um abandono permanente com consequências traumáticas para uma criança desta idade.
Até aos dois anos de vida o cérebro das crianças está em constante mutação e são criadas e eliminadas milhares de ligações neuronais. Isto quer dizer que esta é uma fase de grande receptividade e que todas as experiências desta fase têm um impacto muito grande e que deixará marcas que podem ser definitivas na vida dessa criança. Uma criança desta idade ainda está a tentar perceber o que esperar do mundo e o seu cérebro organiza-se em função do que vai encontrando. Se aquilo que encontra é a ausência dessa figura principal em quem confia para se sentir protegida e apoiada o cérebro irá preparar-se para lidar com essa perda que a criança não sabe que é temporária. E para o fazer começa por activar o seu sistema de resposta ao stress que pode passar a funcionar de forma permanentemente alterada se entrentanto não se fizer nada para o compensar. (ver artigo: A resposta de Stress nos bebés)
Entre os dois e os três anos o cérebro da criança está ainda em fase de grande crescimento mas, nesta altura, a criança começa já, por um lado a ser mais facilmente capaz de estabelecer relações significativas com outras pessoas e, por outro, a ter alguma noção da temporalidade que lhe permite perceber que a mãe se ausenta de vez em quando mas que acaba sempre por voltar. Isto não quer dizer que a criança nesta altura esteja já preparada para lidar com uma ausência de muitos dias até porque, como já dissemos, ainda não é capaz de internalizar a figura da mãe. Uma criança de 7 ou 8 anos que se magoa, por exemplo, é capaz de se lembrar da sua mãe, perceber que ela não pode estar presente naquele preciso momento mas que, quando se voltarem a encontrar, ela lhe poderá dar uma dose extra de carinho e, com esta idade a criança já pode sentir-se confortada com este pensamento e ser capaz de esperar até que volte a ver a mãe. Uma criança de dois ou três anos que se magoa ainda não consegue perceber porque é que mãe não está presente, não sabe muito bem quando voltará a estar –se alguém lhe disser que a mãe volta daqui a dois dias ou duas horas, para criança é igual porque não faz ideia do que isso significa – e não tem capacidade de imaginar os carinhos que a mãe lhe poderia fazer se estivesse presente. A única coisa que uma criança desta idade consegue sentir é que lhe falta alguém que a possa confortar e voltar a fazer sentir-se segura.
Alguns autores defendem que até aos 6 anos a criança está totalmente voltada para o estabelecimento dos vínculos e das relações significativas para si, que idealmente, acontecerão com os pais e irmãos. A partir dos três anos, apesar da criança precisar ainda muito da mãe, as diferenças são que esta passa a ter alguma noção de tempo, já percebe que  mãe não se vai embora para sempre, já é capaz de estabelecer mais facilmente relações de confiança e conforto com outros adultos com quem passe muito tempo e já começa a ser capaz de internalizar a imagem da mãe, usando-a para se confortar mesmo quando esta não está fisicamente presente. Não quer dizer que uma criança desta idade seja ainda capaz de tolerar, sem danos para si e para a relação, ausências muito prolongadas mas, pelo menos estas já não terão um efeito tão traumático ou marcante.

E quando não podemos escolher e somos mesmo obrigados a deixar os nossos filhos?


Por vezes, por questõs profissionais, as mães são mesmo obrigadas a deixar por alguns dias os filhos. Quando isto acontece é muito importante, em primeiro lugar, deixá-los com pessoas com quem exista uma boa relação de apego. Se o pai tiver sido sempre muito presente na vida da criança, este será a pessoa ideal. Se a criança passa o dia com alguma ama ou avó dedicada, esta poderá ser a figura substituta que mais se adequa. Depois, essa pessoa, terá de perceber que, para a criança, aquela poderá ser mesmo uma fase traumática e terá que estar preparada para algumas alterações de comportamento, como maiores períodos de choro que será mais difícil de acalmar, maior necessidade de contacto físico, maior necessidade de atenção. Se a criança não tiver uma relação de confiança com a pessoa com quem fica estas manifestações podem não se verificar porque a criança não as irá encarar como uma fonte de conforto. Por outro lado também é comum que estas alterações aconteçam mais quando a mãe volta a estar presente. Isto não quer dizer que a criança não sofreu com a ausência da mãe como tantas vezes se costuma pensar. Quer dizer apenas que a criança, quando não encontrou uma fonte adequada de protecção e conforto, deixou de a procurar e tentou continuar a sua vida como se não precisasse dela. Acontece algo parecido com os bebés que são deixados a chorar sozinhos e acabam por deixar de chorar mas os seus níveis de cortisol – uma hormona que se segrega em maior quantidade em situações de stress – continuam mais altos que o normal: um comportamento quase de apatia e conformismo não significa que a criança não esteja a passar um um perído traumático, antes pelo contrário até.

            Quando a mãe volta podem acontecer duas coisas: a criança pode parecer ter regredido um pouco no seu desenvolvimento, sobretudo em crianças um pouco mais velhas e, durante os primeiros dias, não consegue largar a mãe e fica muito aflita de esta se afasta um pouco. Isto quer dizer que a criança não percebeu porque a mãe desapareceu e está com medo que desapareça de novo. A boa notícia é que este comportamento revela que, apesar de a criança ter ficado mais insegura da presença da mãe, a relação de apego não foi muito afectada e esta continua a procurá-la com a sua fonte principal de conforto. Se, pelo contrário a criança parece desligada e até afastada da mãe quando esta volta, é sinal de que a relação foi afectada. Quando a criança deixou de poder contar com a presença da mãe como fonte de conforto, para mimimizar o sofrimento ligado a essa descoberta, acabou por desligar a parte de si que acreditava nessa relação e deixou de encarar a mãe como uma figura importante e como a sua fonte principal de conforto e segurança.
            Em ambos os casos o que é importante percebermos é que houve uma vivência traumática para a criança e o que é fundamental é que procuremos formas de minimizar esse trauma, de compensar a criança pelo sofrimento que viveu, dando-lhe possibilidade de voltar a confiar na presença da mãe e no seu relacionamento com ela. Isto pode ser feito através de uma presença mais constante nos dias seguintes à ausência, através de um maior contacto físico, com a ajuda do babywearing, da amamentação e da cama partilhada, por exemplo e sobretudo através de um maior disponibilidade para estar simplesmente com a criança. Mesmo nos casos em que esta pareça ter-se afastado é fundamental que a mãe volte a tentar uma aproximação. Como adultos, quando sentimos que alguém nos abandonou, também precisamos que essa pessoa nos volte a dar provas do seu amor para que possamos voltar a confiar nela.
           O mais importante é compreendermos que, depois de uma ausência prolongada, é fundamental que a relação seja reparada para que tudo possa continuar o mais harmoniosamente possível. 
            

62 comentários:

  1. Oi
    Eu ainda sou uma criança mas uma criança grande de 11 anos meu pai e minha mãe viajaram para longe (Europa) e eu fico com muito medo de algo acontecer com eles até por que eu mesma tenho medo de avião,eu não estou nem 3 horas sem ver minha mãe e meu pai e já estou pensando em coisas trágicas e chorando. Eu tenho muito medo de chuva e nesses dias está chovendo muito forte e normalmente quando tenho medo eu falo para ela tipo de madrugada e ela deita comigo e automaticamente eu durmo. Eu queria saber se é normal eu me sentir assim já que não sou mais pequena?(eles vão ficar 2 semanas fora)

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    1. Olá Lorena, é normal, sim. Duas semanas ainda é muito tempo e, aos 11 anos, os pais ainda fazem mesmo muito falta. E é normal que a presença da sua mãe sirva para acalmar os seus medos e ajudar a dormir nessas alturas. O mais importante, quando eles não estão, será procurar um outro adulto com quem se sinta confortável e segura e com quem possa desabafar sobre essas preocupações porque é sempre mais difícil lidar com os medos quando nos sentimos sozinhos.
      Abraço,
      Laura

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  2. Ola eu sou Yara e preciso urgente de ajuda psicológica tenho 23 anos vivo em Angola e neste momento estou em portugal o pai da minha filha vive aqui e nos vamos nos estamos separados mais pretendo deixar a minha bb de 3 anos aos cuidados dele para eu voltar no Meu pais e trabalhar para um dia lhe proporcionar uma vida melhor so q esta a ser muito dificil a ideia de me afastar da minha filha oque eu faço porfavor me ajudem vou deixar o meu imeil: Yarammcosta@gmail.com

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    1. Olá Yara, peço desculpa mas não consegui responder antes. Espero que entretanto já tenha encontrado a ajuda de que precisava.
      Abraço,
      Laura

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  3. Oi ,meu filho tem 2anos e foi criado junto com a avó dez de que nasceu,mas sempre com a presença da mae e do pai,ele que tem um vínculo forte com nos os pais dele.Mas minha mae,a avó dele teve q ir embora,para outra cidade,ele era apegado com ela também.você pode me dizer se a mente dele ta pronta pra se acostumar,com a ausencia da avó,e se ele ,vai guarda alguma lembrança dela?

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  4. Oi ,meu filho tem 2anos e foi criado junto com a avó dez de que nasceu,mas sempre com a presença da mae e do pai,ele que tem um vínculo forte com nos os pais dele.Mas minha mae,a avó dele teve q ir embora,para outra cidade,ele era apegado com ela também.você pode me dizer se a mente dele ta pronta pra se acostumar,com a ausencia da avó,e se ele ,vai guarda alguma lembrança dela?

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    1. Olá Dineva, se ele a via com frequência e se tinha uma uma boa relação com ela é natural que essa relação se mantenha desde que vão sempre falando dela para que ele se continue a lembrar e, se possível, desde que a consiga ir vendo de vez em quando. E se ela a via com muita frequência é natural que sinta alguma falta dela também. Abraço,
      Laura

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  5. Oie meu filho tem 2 anos e vou ter outro bebe e ficarei no hospital por 2 dias ..deixarei com o pai e com a avó ele é muito apegado a mim o que vai acontecer na mente dele quando eu ganhar

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    1. é natural que isso lhe custe um pouco. Mas pode falar com ele, tentar explicar o melhor possível, de forma simples e, se possível levá-lo ao hospital nesses dias para a ver. Depois é sempre um balanço delicado de gerir mas tentar estar bem atenta às reações dele quando voltar para casa e, se possível, tentar que haja outra pessoa, como o pai ou a avó que possam estar mais presentes nessa fase para, de algum modo, compensarem um pouco a sua disponibilidade que será necessariamente menor.

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  6. Olá! Tenho Uma bebê de três meses e meu marido quer sair sozinho com ela por uma ou duas horas..mas ainda estou amamentando e acho prejudicial para minha filha pois ela ainda é muito pequena...esse afastamento pode prejudicar minha pequena?

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    1. Olá, com três meses ainda é muito pequenina realmente, mas uma ou duas horas de ausência podem não ser muito tempo, principalmente se estiver com o pai, caso este seja já uma figura bem presente. Mas ninguém melhor que a mãe para conhecer a sua bebé e saber se isso será ou não o melhor para ela. Até porque em alguns dias uma hora poderá ser imenso tempo e noutros ela até pode passar bem as duas, depende também muito de como a bebé estiver nessa altura. O mais importante é o pai saber que pode sempre voltar a trazê-la para a mãe se ela ela ficar muito irrequieta e impaciente.

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  7. Olá tenho 29 anos e uma filha de 7 anos de umas semanas pra cá minha filha está muito apegada comigo e chora pra não ir pra escola pq quer ficar comigo, mas eu preciso trabalhar o que eu faço??

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    1. pode sempre tentar perceber se aconteceu alguma coisa diferente na escola ou na vida da sua filha para ela estar um pouco mais insegura. Se não houve nada de especial pode ser simplesmente o caso que ela precise mai de sentir a sua presença nos momentos em que podem estar juntas. Com essa idade a criança já consegue comreender que não pode estar com a mãe o dia todo mas é natural que ainda precise muito de ter bastante tempo com ela, tempo de qualidade e em quantidade para compensar as ausências.

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  8. Bom dia! Tenho um filho de 3 anos e estou em litígio com o pai. Me preocupa que futuramente talvez meu filho fique cerca de 15 dias afastado de mim - por ocasião das férias - e não confio no pai para devolvê-lo caso o menino demonstre saudades ou necessidade de mim. Qual a idade ideal é tempo para este afastamento? Meu filho só passou uma noite sem a minha presença, quando passei por uma cirurgia e na ocasião ele tinha 1 ano

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    1. Olá Larissa, escrevi este artigo justamente a pensar nesses casos: http://parentalidadecomapego.blogspot.pt/search/label/Separa%C3%A7%C3%B5es%20com%20Apego

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  9. Que consequências para a vida adulta as ausências prolongadas da mãe pode acarretar?

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    1. Pode ver aqui algumas dessas consequências: http://parentalidadecomapego.blogspot.pt/search/label/Aus%C3%AAncias%20-%20efeitos%20da%20priva%C3%A7%C3%A3o%20da%20figura%20materna

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  10. Olá, faço psicologia estou no começo e estou tentando ajudar a filha de uma pessoa próxima. Ela tem aproximadamente 2 anos e está longe da mãe há umas 2 semanas. A mãe teve que passar por uma cirurgia séria e ainda se encontra em recuperação. A criança e muito apegada a mãe e está achando que foi abandonada pela mãe, gostaria de saber como posso ajudá-la a entender que mãe vai voltar e ainda ama ela? Desde já agradeço

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    1. Olá Karine, terá de ser a mãe a fazer esse trabalho que passa principalmente por aceitar todas as manifestações da criança e acolher esses seus sentimentos, dando-lhe espaço para os expressar.
      Se quiser pode ler no artigo que ponho abaixo um pouco mais sobre isso, no final explica que o mais importante é mesmo o acolhimento dos sentimentos de abandono da criança por parte da mãe. http://parentalidadecomapego.blogspot.pt/2013/11/ausencias-efeitos-da-privacao-da-figura.html

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  11. Bom dia .
    E no caso onde a criança tem apenas 3 meses de idade ,só mama no pito ,não pega mamadeira e a mae deixa com a avo no periodo da noite para ir fazer coisas na rua ,e volta de madrugada .
    Isso pode ser consireado abanndono de incapaz ,já que se a criança acorda não tem como dar alimento para ele ?
    Obrigado

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  12. No caso onde a mae que amamenta uma criança de 3 meses ,é correto sair de casa a noite e voltar de madrugada e deixar o bebe para a avó cuidar ?Se caso a criança acorde com fome como faz ,pois ele não tomam mamadeira e só tome leite do peito .
    O que eu posso fazer sendo que sou pai e estou de longe e não consigo enfiar isso na cabeça da mae dele.
    Abraços e Obrigado.

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    1. Olá Fernando, não posso julgar essa situação, visto que não conheço o lado da mãe. É importante a presença da mãe nessa idade mas se a ausência foi esporádica e de apenas duas horas, como disse abaixo, não me parece grave.

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  13. È correto deixar uma crinça que só mama no peito para a avó cuidar ?
    A pessoa se ausenta durante a noite e só volta de madrugada ,ficando fora por cerca de 2 horas .
    E se a criança acorda com fome ,ja que ele não toma mamadeira?
    Isso pode ser considerado abandono de incapaz ?
    Obrigado.

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    1. Oi FERNANDO! Há mães que amamentam no sistema de "livre demanda" ou seja o bebê é alimentado a hora que quer. Outras alimentam de 3 em 3 horas ( eu fiz assim as 6,9,12,15,18,21,12,3,) o que dá mais flexibilidade para por exemplo ir ao mercado. Acho pouco provável, mas você tem mais conhecimento, que alguém deixe um recem nascido passando fome, sobretudo se o bebê está exclusivamente no leite materno. Os antigos davam chuquinhas ( mamadeiras minúsculas) com chá para acalmar o choro é de maneira que a criança pare de acordar de madrugada. Essa pratica não mais se aplica. Você precisa questionar a mãe do seu filho sobre os horários da amamentação e caso ela saia sem ele, afinal ela não está em prisão domiciliar, pode ir ao cabelereiro, etc, se as saídas são nos horários de "vale" ( qdo o bebê já está alimentado) ou se há uma alternativa. Pense que se o bebê é alimentado a cada 3 horas, o seios dela se encherão de leite e vazarão , molhando sutia se o bebê não estiver ali para sugar. Se informe corretamente.

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  14. Olá preciso de orientação urgente!Porfavor!
    Tenho uma bebe de 2 anos; desde do 5 mês ela fica com a mesma babá; eu trabalho meio horário, O que nos mantém próximas. Nunca fiquei uma noite sem ela; porém preciso viajar a trabalho; no próximo domingo; ficarei 3 noite fora.Durante o dia ela ficará com a babá e a noite com o pai.Minha mae disse que ela poder "sentir" por causa da minha ausência. Quais o risco que correr? O que significa sentir? Preciso ir sou muito apagada com ela acho que será bom pra nós.
    Aguardo retorno obrigada!

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    1. Olá Marcilene, não se a resposta ainda vem a tempo. é natural que ela sinta a sua falta e que fique triste ou zangada com essa ausência. O risco é o de que a vossa relação fique um pouco abalada com isso mas ela pode ser reparada desde que esteja disponível para acolher a tristeza ou zanga da sua filha como ela a manifestar. Pode um um pouco mais sobre isto neste artigo: http://parentalidadecomapego.blogspot.pt/2013/11/ausencias-efeitos-da-privacao-da-figura.html

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  15. Olá.
    Tenho um bebé de 1 mês e estou a pensar deixá-lo algumas horas por semana com a avó que irá tratar dele quando eu voltar ao trabalho. Isso irá ajudá-lo a ganhar vinculo com a avó ou será traumatizante para ele?
    Obrigada

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  16. Olá Filipa, é importante que o seu filho vá ganhando algum vínculo com a avó, sim. Mas, nos primeiros tempos, a melhor maneira de fazer isso é através de si, por isso é importante que também esteja presente nesses primeiros tempos de adaptação para ele se ir sentido seguro na presença da avó e para que, aos poucos vá começando também a associá-la a uma pessoa segura. Não precisa de começar logo a deixá-lo lá sozinho, é mais importante que comece por estar lá com ele.

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  17. Olá, Laura! Tenho uma bebê q está fazendo 9 meses hoje. Tive depressão pós-parto e não busquei ajuda. Sempre cuidei muito bem dá minha filha, nunca lhe faltou nada, mas eu cheguei no limite dá tristeza e fui internada (contra a minha vontade). Fiquei 9 dias sem vê-la, ela mamava no peito e passou a mamar na mamadeira. Quando saí do hospital, ela não quis mais o peito. Fora isso, me separei e ela está morando com o pai e a avó. A vejo todos os dias, mas não por muito tempo. Isso já tem 2 semanas + os 9 dias internada, ou seja, 23 dias num outra rotina. Estou lutando para recuperar a guarda dela, pois nunca a rejeitei, somente passei por um momento difícil na vida e quero ao meu lado novamente.
    Minha pergunta é: será q eu consigo restabelecer a relação com a minha filha? Será q isso pode ser contornado? Estou muito preocupada e triste c tudo isso.

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    1. Olá Mariana, está sempre a tempo de recuperar a relação com a sua filha, desde que tenha vontade de o fazer. O mais importante é cuidar de si porque a depressão também afecta a nossa capacidade de estarmos presentes com os filhos da forma mais intensa e profunda que eles nos exigem. Mas nunca será tarde para recuperar essa relação desde que tenha vontade de o fazer e capacidade de aceitar e compreender a mágoa que poderá existir por parte da sua filha se passarem muito tempo separadas. Abraço,

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    2. Isso q vc mencionou era exatamente a minha dúvida: se ela poderia ficar magoada comigo, afetando desse jeito o nosso vínculo.
      Nunca quis ficar longe da minha filha, nunca. Mesmo no auge da depressão, sempre a quis por perto. Infelizmente, ela foi afastada de mim e eu choro todos os dias por causa disso.

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  18. Olá Laura! Estou em POrtugal a trabalho e deixei meu filho de 14 meses com os avós em meu país. ficaremos longe por 5 meses. sofro demais com a falta dele pois somos muito grudados. falo com ele por video e percebo que ele nao quer me ver. nao sorrir. parece magoado comigo. será que ele se sente abandonado? o que vc me aconselha a fazer? continuo conversando com ele por video chamada ou nao? por favor me ajude estou muito triste com isso tudo.

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    1. Olá, 5 meses é muito tempo para uma criança tão pequena, é natural que ele se sinta abandonado. Ver a sua imagem poderá ser importante para que continue a lembrar-se que tem uma mãe e que gosta dele mas, na verdade, isso não chega para manter uma verdadeira relação de apego com uma criança dessa idade, que ainda precisa muito de contacto físico para o fazer.
      Por isso, quando voltar, o mais natural e que tenha de fazer alguma reparação para recuperar a relação que tem com ele. Abraço

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  19. Olá boa noite eu tenho uma super dúvida eu tenho uma amiga que tem um filho de 6 anos...só que de uns tempos pra cá ele se apegou de mais comigo fala que quer dormir comigo e chora pra ficar comigo e me beija toda hora e fala que me ama toda hora e ninguém intendi o porque disso é muito menos eu no entanto ose próprio país estão com ciúmes eu já falei com o filhos dele que ele tem que beija os pais dele e dormir com eles mais ele não escuta ninguém é teve um gato ocorrido esses dias que eu tive que cuida dele e da minha sobrinha e ele chorou de tanto ciúmes gente eu não sei o que fazer por favor me ajudem.��

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    1. Olá Daniela, se o menino gosta tanto de si é porque se sente bem consigo. É natural que ele tenha tido ciúmes se não está habituado a dividir a sua atenção com ninguém. Mas o facto dele gostar tanto de si, não quer dizer que não goste dos pais mesmo que demonstre menos com eles, isso pode acontecer apenas porque criou um outro padrão de comportamento com eles.

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  20. Minha filha tem 1 ano e nunca ficou um dia longe de mim agora o pai que nuca morou conosco quer leva - lá para ficar com ele por 3 dias . Esse período longe de mim pode prejudicar emocionalmente meu bb?

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    1. Olá Eliza, 3 dias é muito tempo para uma bebé tão pequena. E se o pai nunca foi muito presente ela ainda não terá uma ligação com ele que seja suficientemente forte para se sentir segura. Esse afastamento não tem que deixar marcas definitivas mas será com certeza uma situação difícil para ela. Mas, se não o puder evitar, pode tentar repará-la quando voltarem a estar juntas, estando mais atenta às reacções dela e dando-lhe toda a atenção que ela precisar para que volte a sentir-se segura consigo.

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  21. Boa noite. Eu tenho uma dúvida. Minha filha tem 2 anos e meio, e a cada 15 dias vai pernoitar na casa dá avó paterna. Geralmente ela volta irritada comigo, é só falando dá avó. Será q isso está afetando nossa relação? Pq isso só acontece qd ela volta de lá.

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    1. Olá Belinha, é natural que ela sinta a sua falta e talvez venha daí a irritabilidade. Com essa idade ainda é difícil compreender a sua ausência. O ideal será ter paciência com a irritabilidade dela e estar atenta ao que ela lhe demonstrar que precisa de si para lidar com a situação.

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  22. Boa noite, tenho um filho de 3 anos e somos muito apegados um ao outro. Ele dorme comigo na cama todas as noites.
    Tenho que passar 2 meses e meio fora do Brasil para finalizar o doutorado e estou muito preocupada de deixá-lo, apesar de que sei que será bem cuidado e amado. Ele ficará com a avó, a babá (que está com ele desde 1 ano) e com o pai.
    Minha preocupação é que ele se sinta abandonado por mim, afinal é muito tempo! Tenho medo de ser traumático e muito sofrido para ele.
    Mas não tenho alternativa, se levá-lo dificilmente conseguirei finalizar o doutorado. Interrompi o doutorado há 3 anos, quando ele nasceu e depois voltei ao trabalho em tempo integral. Esse peso de terminar o doutorado está me matando nesses 3 anos, preciso terminar e esta é minha última chance.
    Será que ele vai ficar traumatizado ou sofrerá demais?

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    1. Olá Paula,

      2 meses é mesmo muito tempo para uma criança dessa idade. É provável que ele tenha essa sensação de abandono e que isso deixe algum trauma. Se sente que não tem mesmo opção precisará de estar muito atenta e presente para depois lidar com o trauma que a situação deixar e tentar ajudá-lo a ultrapassá-lo e a aprender a voltar a confiar em si.

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    2. Muito obrigada pela atenção, Laura.
      Abraços,
      Paula

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  23. Tenho uma filha de 2 anos e 7 meses sempre trabalhei e ela ficava com uma amiga minha...minga amiga n pode mais ficar botei na escolinha por 1 mes meio turno e agora vai para o dia todo ...ja deixei 1 semana ficou bem...trabalho de 8 as 18 e sabado e domingo folgo....isdo pode ser prejuducial a ela?

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    1. Olá, ficar na escola tantas horas, com essa idade, não será o ideal. Mas o mais importante é estar atenta aos sinais que ela lhe der e ver se acha que terá havido alguma alteração que lhe mostre que ela poderá estar a não lidar muito bem com esse tempo de escola.
      abraço,
      Laura

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  24. Tenho duas filhas uma de um ano e outra de seis. Há alguns meses a mais velha foi morar na casa do pai, com a avó o avô...esta bem e sempre que falo com ela, ela quer me ver. ela é muito compreensiva.
    e eu e meu marido, pai da pequenina, estamos viajando a trabalho, e ela ficou com minha mae na fazenda. Elas se dao muito bem e minha mae esta totalmente disponivel. ligo todos os dias...
    Estou me sentindo muito culpada, por nao saber se estou fazendo a escolha certa. na gestação fiquei sem trabalhar e só voltei agora..quero que elas tenham no futuro um lugar para estar conosco: a nossa casa! to mal...chorand sem parar...com medo de ela nao me reconhecer ..devo voltar e abandonar meus sonhos ate elas ficarem maiores? ou agora é o momento certo de correr atras e crescer na vida e mais adiante ter tempo para seus medos e anseios da adolescencia?

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    1. Olá Margarida, tem que escutar o seu coração e ver aquilo que é mais importante para si neste momento. Com uma filha de um ano, às vezes, é preciso mesmo adiar certas coisas se não for possível conciliá-las de todo com a maternidade.
      Abraço,
      Laura

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  25. Estou fazendo parte do doutorado na França. Eu cheguei há cerca de 3 semanas e, ficarei neste país, até o final de agosto. E, embora tenha explicado tudo para meu filho de 4 anos, estou super preocupada com a repercussão que a minha ausência prolongada poderá vir a causar na vida dele. Apesar dele estar na companhia do pai e de outros entes queridos da nossa família (avó, tias, primos, etc.). Pois, somos muito apegados um ao outro e, assim como toda separação, a nossa está sendo um martírio. Mesmo nos falandos todos os dias por skipe e telefone. Se for possível me responda: quais são as consequências de uma ausência prolongada para uma criança desta idade? Vc poderia dar dicas de como superar (ao menos em parte) esses problemas (saudade, sentimento de abandono, etc.)? Poderias sugerir algum livro sobre o tema? Desde já, agradeço.

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    1. Olá, como tá sendo a ausência até agora? Também vou ne ausentar da minha filha de 3 anos em novembro por 4 semanas. Tentando me informar ao máximo com a psicóloga da escola, mas quero mais relatos pra não ter traumático.

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  26. Boa noite!! Minha bebê tem 4 meses...me separei, o pai é presente, quer guarda compartilhada, o que acho ótimo. Mas a proposta para ela à partir de 1 ano é ficar uma semana com cada um. Gostaríamos de fortalecer nossa relação, tanto a minha, quanto a dele com ela, seria problema o afastamento semanal à partir de um ano?

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    1. Olá, com um ano acredito que a bebé ainda é muito pequena para ficar tanto tempo longe da pessoa principal de referência. Pode ler mais neste artigo sobre o que penso nesses casos: http://parentalidadecomapego.blogspot.pt/search/label/Separa%C3%A7%C3%B5es%20com%20Apego

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  27. Este comentário foi removido pelo autor.

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  28. Boa noite, você poderia informar alguns artigos científicos que abordem esse tema? Gostaria de enviá-los para o meu esposo. Obrigada, Claudia!

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  29. Ola bom dia! Tenho um filho de 9 anos e o mesmo mora com o pai e fica os finais de semana comigo na casa dos meus pais. A vó paterna tem a guarda dele registrado em juizo sendo que nao mora em sua residencia. Preciso me ausentar por conta dos meus estudos e vou morar em outra cidade. Qual tipo de documento preciso registrar em cartorio para me respaldar tenho que direcionar o documento ao pai ou a avó? Aguardo

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    1. Olá Cleya, não sou a melhor pessoa para responder a essa questão. Um advogado saberá melhor.
      Abraço,
      Laura

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  30. Olá! Tenho um enteado de 11 anos que algumas vezes tem atitudes que não sei se condizem mto bemcom a idade. Os pais tem guarda compartilhada e a criança ve ambis is pais diariamente. Ele não dorme se um do pais não estiver presente e colocar pra dormir, e geralmente no mesmo quarto. Algumas x acorda chorando de medo e pede remédio para dormir. Recentemente eu e meu marido viajamos pot5 dias e ele deu trabalho pra mae, chorando de saudades do pai, chegando ao ponto de faltar de aula. Não vejo criando independência, sendo que os pais fazem tudo, até separam a roupa que tem que vestir. Não sei se isto tudo é normal e nem posso me envolver. O que acha dessa situação?

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    1. Olá, não consigo dar-lhe uma opinião sobre isso sem conhecer pessoalmente as pessoas e saber mais sobre elas.
      Obrigada,
      Laura

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  31. Olá. Sou Sara e tenho um bebe de 1 ano e 3 meses. Por razoes de Estudos tive de deixar o meu filho com o Pai e os avos com os quais tem uma óptima relação. É um local que não oferece condições para bebe (Alto mar). Terei de ficar longe dele por 2 meses. Contudo, não há minuto que não sinta a profunda falta dele, por vezes não consigo dormir direito pensado nele e a falta que lhe faço, apesar de saber que esta em boas mãos.
    Houve uma vez que passei 2 semanas longe dele (estava também com os avo e o Pai), também por motivos escolares, quando voltei no primeiro encontro ele reconheceu me e sorriu bastante…
    Há 2 semanas que estou longe dele, costumo falar com ele ao celular, e ele corresponde e sorri bastante; contudo minha mãe reportou que nos dias que fala comigo de noite chora bastante que nos dias que não falamos, chamando por mim e sofrendo. Peço a sua orientação: para o bem dele, o que faço? Continuo a manter contacto ou paro?
    Outra questão: Nesse momento a minha maior aflição é a consequência e a reacção dele quando me ver de volta. Ele já me chamava nitidamente de Mãe, mesmo nas chamadas que costumamos trocar. Contudo nessa semana, minha Mas (a avó) disse que começou a chamar ela de “Mãe”. Essa distancia me da um grande aperto no coração. Será que durante esse tempo ele vai me esquecer e quando eu voltar não me reconhecer mais?

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    1. * Dizia que onde me encontro nesse exacto momento é no alto mar. Que na minha percepção nao oferece condicoes para estar com o bebe por tanto tempo.

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    2. Boa tarde Sara, peço desculpa mas não consegui responder antes, por isso nesta altura já deve estar com o seu bebé. Nessa idade é muito natural que ele reaja com choro e angústia à vossa separação e que o manifeste mais depois de falar com isso, porque isso reactiva a ferida, se bem que, por outro lado, também pode ajudar a manter a ligação. Não acredito que ela a esqueça mas o que pode acontecer, é que se mostre mais zangado ou mais distante e terá de estar muito atenta ao comportamento e aos sinais dele para perceber o que é que será preciso para que possa voltar a sentir-se seguro consigo.
      abraço,
      Laura

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  32. Muito Obrigada, Laura pelos conselhos. Infelizmente ainda estou distante dele. So poderei estar de volta a casa em 2 semanas, muito ansiosa em ve-lo.
    E quanto ao que comentou, nesse segundo mes se manifestou: ele recorda se perfeitamente de mim. Apesar de chamar a avo e o avô de mae e pai, sempre que fala comigo me chama de Mama, contudo chora bastante quando me ouve e me vê.
    Ainda bem que só restam 2 semanas para voltar.

    Muito Obrigada

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  33. Tenho uma filha de 1 ano e 4 meses, eu sou pai muito presente, pois sou advogado autônomo. Minha esposa cuida dela fulltime. Ocorre que ela viajou há 20 dias com a mãe e eu vou encontradas daki 10 dias. Não sei como lidar com isso. É sadio ligar para elas todo dia no Whatsapp vídeo ou melhor para criança só me ver de forma física?

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  34. Olá Miguelson,

    na verdade depende um pouco de como a criança lidar com isso. As crianças nessa idade precisam muito da presença física para se sentirem ligadas aos outros, mas se a mãe for falando com ela sempre e explicando que o pai não pode estar presente mas está com muitas saudades dela, o facto de o ver pode servir para ir alimentando essa ideia.
    abraço,
    Laura

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